29 de janeiro de 2015

Beggar's Heart


You changed my mind
You said something I had never heard
Something that is too high
It's left me limping and in wonder

Because all the things I know
Suddenly seem so small

When You build, it feels like You tear me apart
When you heal, it always leaves a scar
And even when You fill, You leave me with a beggar's heart

Hands reaching through barred windows
Falling asleep on the sidewalk
You say You draw near to the low
Now I'm here, I know I'm not low enough

Because all the things I know
Suddenly seem so small

When You build, it feels like You tear me apart
When you heal, it always leaves a scar
And even when You fill, You leave me with a beggar's heart

28 de janeiro de 2015

Auschwiz

Ontem, foram celebrados os 70 anos da libertação dos prisioneiros de Auschwitz, campo de concentração para onde iam judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová e prisioneiros da guerra. Local de morte imediata para crianças, idosos e deficientes.

Minha paixão por história sempre me fez querer saber mais, conhecer os detalhes, e quanto mais sabia, mais aterrorizada eu ficava. São tantos os relatos e tantas as histórias contadas ao longo de todos esses anos, que eu seria incapaz de fazer um resumo aqui. São incontáveis filmes e livros que abordam o tema. Qualquer pesquisa rápida no Google já pode te dar um panorama, caso ainda não saibas muito sobre o assunto.

Em novembro do ano passado tive a oportunidade de conhecer dois campos de concentração: Auschwitz e Birkenau, na Polônia. Eram, de fato, lugar que eu gostaria de conhecer, mas agora é um lugar que não tenho vontade de voltar. A visita nos enjoa, nos perturba. Olhar tudo aquilo e aprender cada detalhe sobre como era o dia-a-dia nos campos choca demais. Eu poderia dizer que é inacreditável, mas esse não seria o adjetivo certo. Pois é real, muito real.

Aconteceu e todos precisam saber para que nunca se repita.
















Independentes

Vejo os meus sonhos espalhados pelas ruas. Ganharam independência e foram morar com outras pessoas. Fugiram de mim e da minha inércia. Fugiram do meu medo e da minha inconstância.
Meus sonhos são felizes agora, pois são realidade. São vida, são ar puro. São passos dados para longe. São sorrisos, são histórias.
Vejo-os de longe, imaginando como seria vivê-los. Aceno, mas eles não me reconhecem, pois não me pertencem mais.
A lágrima no canto do meu olho me faz lembrar que um dia sonhei e que tudo tinha aquela cor diferente. Como faço para voltar a ver o mundo como uma página em branco, pronto para ser inventado?
Os sonhos me escaparam enquanto eu dormia. Despertei e não consigo lembrar.

15 de janeiro de 2015

Retorno

Esses dias ouvi uma frase de uma amiga: sempre temos que retornar.

Talvez se você errou, deva retornar e concertar as coisas. Talvez tenha entrado na rua errada e vai ter que fazer o caminho de volta, para tentar de novo.

Às vezes abrimos os olhos e nem sabemos como fomos parar ali. Parece que uma corrente de ar nos levou flutuando enquanto dormíamos. Quantas coisas se passaram desde a última vez que estava acordada?

Pois bem, fazendo parte desse retorno o Something está de volta.

Talvez menos cor-de-rosa, com menos castelos e fadas. Mais dúvidas e inquietações do que certezas.
As histórias antigas são lindas memórias, mas é hora de escrever algo novo.