Esses dias ouvi uma frase de uma amiga: sempre temos que retornar.
Talvez se você errou, deva retornar e concertar as coisas. Talvez tenha entrado na rua errada e vai ter que fazer o caminho de volta, para tentar de novo.
Às vezes abrimos os olhos e nem sabemos como fomos parar ali. Parece que uma corrente de ar nos levou flutuando enquanto dormíamos. Quantas coisas se passaram desde a última vez que estava acordada?
Pois bem, fazendo parte desse retorno o Something está de volta.
Talvez menos cor-de-rosa, com menos castelos e fadas. Mais dúvidas e inquietações do que certezas.
As histórias antigas são lindas memórias, mas é hora de escrever algo novo.
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15 de janeiro de 2015
24 de maio de 2010
Ele nos ama
Pensei muito em qual seria a próxima postagem, até ouvir a versão em português dessa música e não ter mais dúvidas...
"How He loves us", da banda Jesus Culture
Versão em Português: Pr. Marcelo Guimarães
Ele nos ama
Ele tem ciúmes de mim
Seu amor é um furacão, árvore sou
Sendo movida no vento de misericórdia
Então compreendo as aflições por sua glória estão ofuscadas
Me faz perceber sua beleza e tudo o que sente por mim
Senhor, grande é o Seu amor,
Sim, como é grande, grande é o Seu amor
Somos seu povo, a Sua porção.
Por sua graça eu sou redimido
Se a graça é um oceano, afundando estamos
Então terra e céu como um beijo se unem
Agitando no peito o meu coração
Eu não tenho tempo de me lamentar
Quando eu penso em Seu amor
Nos ama,
Ele nos ama,
Ele nos ama.
Grande amor!
Original:
"How He loves us", da banda Jesus Culture
Versão em Português: Pr. Marcelo Guimarães
Ele nos ama
Ele tem ciúmes de mim
Seu amor é um furacão, árvore sou
Sendo movida no vento de misericórdia
Então compreendo as aflições por sua glória estão ofuscadas
Me faz perceber sua beleza e tudo o que sente por mim
Senhor, grande é o Seu amor,
Sim, como é grande, grande é o Seu amor
Somos seu povo, a Sua porção.
Por sua graça eu sou redimido
Se a graça é um oceano, afundando estamos
Então terra e céu como um beijo se unem
Agitando no peito o meu coração
Eu não tenho tempo de me lamentar
Quando eu penso em Seu amor
Nos ama,
Ele nos ama,
Ele nos ama.
Grande amor!
Original:
palavras:
Amor,
Dicas,
Especial,
Música,
Sobre o blog,
Variedades,
Vida
17 de abril de 2009
Eu escrevo
Sabe quando você sonha que está voando?
Do alto, você vê tudo mais claro, mais amplo. Você vê além, vê onde o mar e o céu se encontram – horizonte. Contempla as belezas e as tristezas da terra. Lá em cima, há mais liberdade para pensar, opinar, fantasiar, imaginar…
Escrever é como ganhar asas. Observar tudo ao redor e transformar em palavra, poesia, texto. Nuvens, estrelas, lágrima, sorriso, lápis, guarda-sol, pássaros. Tudo é uma nova razão de voo.
Quem disse que o homem não voa?
Eu escrevo.
“Quando na garganta a voz morre é a letra quem me traz à vida. Não cresci orquídea rara, sou irmã das margaridas.” Cecília Cassal
“Por que escrevo?” : 1º tema do Clube da Escrita da FABICO s2
21 de janeiro de 2009
A montanha
Dali ela viu os campos verdejantes... E como eram lindos! Poderia, finalmente descansar! Banhar-se naquele rio cristalino. Lavar o corpo e a alma, ambos cansados da difícil caminhada dos últimos meses. Débora ainda podia se lembrar de algumas pedras difíceis que teve de subir para conseguir escalar a montanha como deveria. Claro que, graças àquela troca de roupas, estava vestida apropriadamente. Seu vestido infantil de outrora se rasgaria todo naquela situação.
Deitada em meio aos lírios, recordava o momento em que avistava a montanha. Ao mesmo tempo que desejava evitá-la, queria subir, queria se aventurar de verdade, queria o que sabia que havia do outro lado. Então foi. No início não era tão difícil como ouvira falar, talvez seja porque já estivesse bem preparada, ou porque esperasse obstáculos piores. No entanto, no decorrer da subida, as rochas tornaram-se mais difíceis de escalar, suas forças já não eram as mesmas, estava cansada da mesma vista todos os dias... Tudo parecia não cooperar para que Débora alcançasse o pico. Havia armadilhas por todos os lados! Algumas vezes, enfraquecida, Débora quase caiu em muitas delas, mas foi salva pelo mestre e amigo que a acompanha sempre.
No caminho, fez amizade com outros que como ela subiam a montanha e com os próprios animais habitantes da montanha. Com os primeiros compartilhou alegrias e tristezas, recebeu e deu auxílio e manteve acesa a esperança. Com os segundos, aprendeu o caminho a seguir, a escapar das armadilhas e a acertar os atalhos. Porém, mesmo que eles lhe ajudassem ela sempre contava com um auxílio extra de seu velho amigo de todas as horas, que a escutava, a ensinava e a enchia de paz e certeza, dando-lhe forças a cada dia.
Quando chegou ao pico, contemplou a vista: os verdes campos que tanto sonhara! Mas ainda lhe faltavam os últimos testes: a decida, que podia ser tão traiçoeira quanto a subida. Um passo em falso poderia fazê-la rolar montanha abaixo e não chegar inteira ao pé da montanha, não podendo aproveitar tudo o que buscava. Débora caminhou, então, medindo cada passo dado, com cautela e prudência. Algumas vezes, tropeçou, mas não caiu.
Agora estava lá nos verdes campos em que corria um rio tranquilo, um lugar de paz e calmaria, onde podia fortalecer-se. Sim, fortalecer-se, pois a jornada não termina aqui. Logo adiante Débora já avistou vales profundos, montes íngremes e rios bravos, nos quais deverá se aventurar. Mas ela não teme. Foi vitoriosa em uma das mais altas montanhas da região e confia em seu amigo. É por ele que está aqui, é por ele que chegará ao final do caminho.
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** Só pra avisar! Estou viva e não pretendo abandonar o blog... Era apenas um tempo longe. Os fins justificaram os meios aqui: deixei o blog um pouco de lado para me dedicar mais para o vestibular. Resultado disso tudo? 13º lugar em Jornalismo na UFRGS!
Provérbios 21:31!
Salmo 20!
Daniel 1!
Deitada em meio aos lírios, recordava o momento em que avistava a montanha. Ao mesmo tempo que desejava evitá-la, queria subir, queria se aventurar de verdade, queria o que sabia que havia do outro lado. Então foi. No início não era tão difícil como ouvira falar, talvez seja porque já estivesse bem preparada, ou porque esperasse obstáculos piores. No entanto, no decorrer da subida, as rochas tornaram-se mais difíceis de escalar, suas forças já não eram as mesmas, estava cansada da mesma vista todos os dias... Tudo parecia não cooperar para que Débora alcançasse o pico. Havia armadilhas por todos os lados! Algumas vezes, enfraquecida, Débora quase caiu em muitas delas, mas foi salva pelo mestre e amigo que a acompanha sempre.No caminho, fez amizade com outros que como ela subiam a montanha e com os próprios animais habitantes da montanha. Com os primeiros compartilhou alegrias e tristezas, recebeu e deu auxílio e manteve acesa a esperança. Com os segundos, aprendeu o caminho a seguir, a escapar das armadilhas e a acertar os atalhos. Porém, mesmo que eles lhe ajudassem ela sempre contava com um auxílio extra de seu velho amigo de todas as horas, que a escutava, a ensinava e a enchia de paz e certeza, dando-lhe forças a cada dia.
Quando chegou ao pico, contemplou a vista: os verdes campos que tanto sonhara! Mas ainda lhe faltavam os últimos testes: a decida, que podia ser tão traiçoeira quanto a subida. Um passo em falso poderia fazê-la rolar montanha abaixo e não chegar inteira ao pé da montanha, não podendo aproveitar tudo o que buscava. Débora caminhou, então, medindo cada passo dado, com cautela e prudência. Algumas vezes, tropeçou, mas não caiu.
Agora estava lá nos verdes campos em que corria um rio tranquilo, um lugar de paz e calmaria, onde podia fortalecer-se. Sim, fortalecer-se, pois a jornada não termina aqui. Logo adiante Débora já avistou vales profundos, montes íngremes e rios bravos, nos quais deverá se aventurar. Mas ela não teme. Foi vitoriosa em uma das mais altas montanhas da região e confia em seu amigo. É por ele que está aqui, é por ele que chegará ao final do caminho.
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** Só pra avisar! Estou viva e não pretendo abandonar o blog... Era apenas um tempo longe. Os fins justificaram os meios aqui: deixei o blog um pouco de lado para me dedicar mais para o vestibular. Resultado disso tudo? 13º lugar em Jornalismo na UFRGS!
Provérbios 21:31!
Salmo 20!
Daniel 1!
palavras:
Bruna,
Débora,
Especial,
Faculdade,
Jornalismo,
Limites,
Novidade,
Sobre o blog,
Textos,
Vento,
Vida
15 de agosto de 2008
Como estou
1. Sem vontade de escrever textos longos, como antes. Estou amando coisas simples.
2. Sem tempo, como sempre
3. Em uma ligeira crise de identidade
Simulado 2008/2 - Universitário
Literatura: 15
Física: 17
4. Estudando (não precisaria dizer...)
5. Crescendo... (talvez em uma fase "outono-inverno"*)
+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+
O ozônio é uma variedade alotrópica do oxigênio. Ele possui alto poder oxidante e é utilizado no tratamento de água potável.
Ok. Não me deixem pirar!
"Só sei que nada sei."
Sócrates
2. Sem tempo, como sempre
3. Em uma ligeira crise de identidade
Simulado 2008/2 - Universitário
Literatura: 15
Física: 17
4. Estudando (não precisaria dizer...)
5. Crescendo... (talvez em uma fase "outono-inverno"*)
*criado pela Naninha
+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+**+
O ozônio é uma variedade alotrópica do oxigênio. Ele possui alto poder oxidante e é utilizado no tratamento de água potável.
Ok. Não me deixem pirar!
"Só sei que nada sei."
Sócrates
9 de julho de 2008
Só pra dizer oi
Bem, como podem perceber, minhas postagens aqui no Something estão cada vez mais raras... E isso tende a piorar agora do segundo semestre.
Pretendo escrever alguma coisa quando estivar de férias, no fim de julho.
Por enquanto, vou deixando frases soltas por aqui...
Beijos mil...
"Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!"
Machado de Assis
Pretendo escrever alguma coisa quando estivar de férias, no fim de julho.
Por enquanto, vou deixando frases soltas por aqui...
Beijos mil...
"Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!"
Machado de Assis
26 de maio de 2008
O vento
Oi gente! Sorry pelo longo tempo sem aparecer. Sabe quando tudo parece acontecer ao mesmo tempo? Pois é. Deus vai abrindo as portas e temos que correr para não perdê-las. Agora aqui estou: fazendo 3º ano e cursinho ao mesmo tempo. É um tempo novo, então. Um tempo sem tempo. As postagens não serão freqüentes, mas continuarão.
Acabo de chegar de uma aula maravilhosa de Literatura e fui muito mal no simulado de Química, mais uma prova que estou indo pelo caminho certas das Humanas! Hehehehe!!!
Até mais! Beijos mil...
**Olhando para as estrelas**
..*..*..*..*..*..*..*..*..*..*..
Era daquelas noites escuras, sem lua nem estrelas; daquelas em que não se abre a janela para sonhar. O vento soprava lá fora há meses. Lembrei de quando tentei correr atrás dele, tentei pegá-lo, tentei ganhá-lo. Então caí, e assim fiquei. O vento continuou a soprar, mas eu apenas ouvia seu som: o som da liberdade.
Outrora, eu colocara um par de asas e, como Ícaro, tentara voar. Porém, dessa vez, não foi o sol quem as estragou. Foi o tempo e a minha força. Não entendia, naquela época, que não era eu quem devia bater as asas, era o vento quem me faria voar. Depois disso, veio a falha tentativa de correr e tentar pegá-lo. Estava cansada de lutar e perder, correr e cair. Cansada.
Então, tu chegaste. Bateste na porta que abri por curiosidade. O que tu querias? Eu estava bem, apenas cansada. Tentava me enganar, mas nunca te enganaria. Tu me olhaste com aquele olhar e me rendi, chorei. Estava mais que cansada, estava ferida.
Primeiro, tu me ajudaste, senti-me melhor por fora. Mas a dor que realmente doía era mais profunda. Passaste, então, a me falar sobre o vento, sobre o meu vôo, sobre as minhas asas estragadas. Eu não havia feito nada certo... "É o vento quem conduz", tu me disseste. Eu apenas devia estar livre o suficiente para isso. Então o vento me faria voar mais alto do que eu já hvia voado pelas minhas forças, muito mais alto do que eu já imaginara.
Teu olhar e tuas palavras me fizeram sonhar. Meu olhos se abriram e eu vi a luz de um novo e brilhante sol nascendo no horizonte de um dia sem nuvens. Porém, me disseste que nem todos os dias seriam assim: belos e claros. Viriam tempestades, mas eu estava forte. Viriam noites, mas elas teriam estrelas e eu seria a lua, um reflexo do brilho do sol, do teu brilho. E, acima de tudo, o vento me conduziria.
Acabo de chegar de uma aula maravilhosa de Literatura e fui muito mal no simulado de Química, mais uma prova que estou indo pelo caminho certas das Humanas! Hehehehe!!!
Até mais! Beijos mil...
**Olhando para as estrelas**
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Era daquelas noites escuras, sem lua nem estrelas; daquelas em que não se abre a janela para sonhar. O vento soprava lá fora há meses. Lembrei de quando tentei correr atrás dele, tentei pegá-lo, tentei ganhá-lo. Então caí, e assim fiquei. O vento continuou a soprar, mas eu apenas ouvia seu som: o som da liberdade.
Outrora, eu colocara um par de asas e, como Ícaro, tentara voar. Porém, dessa vez, não foi o sol quem as estragou. Foi o tempo e a minha força. Não entendia, naquela época, que não era eu quem devia bater as asas, era o vento quem me faria voar. Depois disso, veio a falha tentativa de correr e tentar pegá-lo. Estava cansada de lutar e perder, correr e cair. Cansada.
Então, tu chegaste. Bateste na porta que abri por curiosidade. O que tu querias? Eu estava bem, apenas cansada. Tentava me enganar, mas nunca te enganaria. Tu me olhaste com aquele olhar e me rendi, chorei. Estava mais que cansada, estava ferida.
Primeiro, tu me ajudaste, senti-me melhor por fora. Mas a dor que realmente doía era mais profunda. Passaste, então, a me falar sobre o vento, sobre o meu vôo, sobre as minhas asas estragadas. Eu não havia feito nada certo... "É o vento quem conduz", tu me disseste. Eu apenas devia estar livre o suficiente para isso. Então o vento me faria voar mais alto do que eu já hvia voado pelas minhas forças, muito mais alto do que eu já imaginara.
Teu olhar e tuas palavras me fizeram sonhar. Meu olhos se abriram e eu vi a luz de um novo e brilhante sol nascendo no horizonte de um dia sem nuvens. Porém, me disseste que nem todos os dias seriam assim: belos e claros. Viriam tempestades, mas eu estava forte. Viriam noites, mas elas teriam estrelas e eu seria a lua, um reflexo do brilho do sol, do teu brilho. E, acima de tudo, o vento me conduziria.
2 de maio de 2008
Se eu fosse...

Absorvida pelos binômios de Newton, pteridófitas, Simões Lopes Neto, Hitler e Stalin, eletrólises, campos elétricos e, é claro, orações subordinadas, não estou com muito tempo de pensar em outros escritos que não sejam livros e cadernos do 3º ano. Além dos do pré-vestibular...
Nesse post, pequenas coisas que falam muito de mim. Achei por aí e algum blog...
Prometo voltar logo que a semana de provas termine.
Beijos mil...
Se eu fosse um mês seria... Setembro
Se eu fosse um dia da semana seria... Sexta-feira
Se eu fosse um número seria... 5
Se eu fosse um número seria... 5
Se eu fosse um planeta seria... Vênus
Se eu fosse uma direção seria... Leste (nascente do Sol)
Se eu fosse um automóvel seria... Ford Ecosport prata
Se eu fosse um liquido seria... Sprite
Se eu fosse uma pedra seria... Cristal
Se eu fosse um metal seria... Prata
Se eu fosse uma árvore seria... Cerejeira
Se eu fosse uma fruta seria... Bergamota
Se eu fosse uma flor seria... Margarida
Se eu fosse um clima seria... Temperado
Se eu fosse um instrumento musical seria... Flauta transversal
Se eu fosse um elemento seria... Vento: às vezes brisa, às vezes ventania
Se eu fosse uma cor seria... Rosa forte (ou "pink")
Se eu fosse um animal seria um... Cavalo
Se eu fosse um som seria... Som da chuva
Se eu fosse uma canção seria... So simple – Stacie Orrico
Se eu fosse um perfume seria... Poema – Água de cheiro
Se eu fosse um sentimento seria… Esperança
Se eu fosse um livro seria… Orgulho e Preconceito – Jane Austen
Se eu fosse uma comida seria… Chocolate
Se eu fosse um lugar seria... Porto Alegre
Se eu fosse um gosto seria... Doce
Se eu fosse um cheiro seria… Floral fresco
Se eu fosse uma palavra seria… Vida
Se eu fosse um verbo seria... Sonhar
Se eu fosse um objeto seria… Livro
Se eu fosse uma peça de roupa seria... Calça jeans
Se eu fosse uma parte do corpo seria… Olhos
Se eu fosse uma expressão seria… Olhar
Se eu fosse um desenho animado seria… Bela – A Bela e a Fera
Se eu fosse um filme seria… Nunca fui beijada
Se eu fosse uma forma seria… Triângulo
Se eu fosse uma estação seria… Primavera
Se eu fosse uma frase seria… “A vida não basta apenas ser vivida, também precisa ser sonhada”. Mário Quintana
25 de fevereiro de 2008
Paradeiro da autora
Só estou dando uma passadinha rápida por aqui pra avisar que estou de férias. A Cidade do Fim do Mundo, mais conhecida como Balneário Pinhal fica no litoral do Rio Grande do Sul, ou seja, não vale muito a pena conhecer. Apesar disso, estou bolando muita coisa pra esse ano!
Aqui onde estou a hora na internet custa R$2,00. Então, quando não gasto o dinheiro com sorvete, resolvo aparecer na lan house, mas tenho tanta saudade dos meus amigos que apenas falo com eles e não tenho tempo de escrever nada pro blog.
Prometo que a partir de março, conforme os estudos permitirem, atualizarei...
Até lá!
Aqui onde estou a hora na internet custa R$2,00. Então, quando não gasto o dinheiro com sorvete, resolvo aparecer na lan house, mas tenho tanta saudade dos meus amigos que apenas falo com eles e não tenho tempo de escrever nada pro blog.
Prometo que a partir de março, conforme os estudos permitirem, atualizarei...
Até lá!
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