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15 de janeiro de 2015

Retorno

Esses dias ouvi uma frase de uma amiga: sempre temos que retornar.

Talvez se você errou, deva retornar e concertar as coisas. Talvez tenha entrado na rua errada e vai ter que fazer o caminho de volta, para tentar de novo.

Às vezes abrimos os olhos e nem sabemos como fomos parar ali. Parece que uma corrente de ar nos levou flutuando enquanto dormíamos. Quantas coisas se passaram desde a última vez que estava acordada?

Pois bem, fazendo parte desse retorno o Something está de volta.

Talvez menos cor-de-rosa, com menos castelos e fadas. Mais dúvidas e inquietações do que certezas.
As histórias antigas são lindas memórias, mas é hora de escrever algo novo.

27 de junho de 2011

Caminho azul

Débora parecia cansada de seguir sozinha. Recebera um sonho há certo tempo, mas ele parecia cada vez mais distante. Sonhara que estava na estação, esperando o trem que a levaria. Ouvia seu ruído, mas não podia vê-lo. Ela sabia que algo novo ia acontecer, mas a espera parecia nunca terminar.
Já havia conversado sobre isso várias vezes com seu Amigo. Ele permanecia lhe dizendo "espera tu pelo Senhor; anima-te, e fortalece o teu coração; espera, pois, pelo Senhor". Essa palavra ecoava no seu coração todos os dias. À noite, olhava as estrelas, marcas das promessas de Deus, e repetia baixinho "espera tu pelo Senhor; anima-te, e fortalece o teu coração; espera, pois, pelo Senhor."
Um dia, percebeu algo curioso. Havia um caminho perto do dela, cercado de flores azuis. O menino que caminhava por ali era quieto. Se chamava Rafael, já o havia visto algumas vezes, mas nunca se falaram muito. Às vezes ela o ouvia tocar. Era um bom músico. Com o passar dos dias, Débora foi ficando cada vez mais curiosa. Ouvia-o tocar, observava-o de longe, começou a sentir-se feliz em estar perto dele. Será possível? Seria essa a novidade? Preferiu esperar mais um pouco. Uma coisa que ela havia aprendido a ser era prudente, desde o início dessa jornada.

Certa vez, Débora foi colher flores e encontrou o menino misterioso. "Oi", disse tímida. "Oi", ele respondeu. A partir daí, conversavam com mais frequencia. Tornaram-se amigos, mas Débora não podia deixar de pensar que esse podia ser o seu sonho de anos, a sua promessa, o trem chegando na estação. Ela lhe mostrou suas histórias, descobriu que ele também escrevia. Ele lhe deu uma rara flor azul, que só existia à beira do seu caminho. Ela lhe deu um caderno vermelho. Ele escreveu nele versos com tinta azul. Ela lhe contou seus sonhos. Ele queria aprender a sonhar mais. Ela chorava às vezes. Ele era calmaria todo o tempo. Ela dançava. Ele tocava.
Os caminhos iam se aproximando, assim como Débora e Rafael. Seus olhos já se encontravam por acaso, e eles sorriam timidamente um para o outro. Eles já sabiam o que estava acontecendo. Mas não admitiam. Era até engraçado vê-los assim. Meias palavras, olhares rápidos, sorrisos escondidos e sonhos guardados, muitos sonhos!
Um dia ela falou do sol, que as noites eram períodos de espera e nada podia ser feito para apressá-las. Ele respondeu que o sol podia demorar, mas viria. Eles se entenderam... Não negaram mais pra ninguém que perguntava. Ele era o seu sol. Ela era sua estrela. E agora sim! O céu parecia mais azul, o ar era perfumado, as cores, mais intensas! As palavras eram todas doces, os pássaros pareciam cantar pra ela, até os dias nublados eram inspiração...
O caminho de Débora, com flores vermelhas, e o caminho de flores azuis de Rafael passaram a andar lado a lado. Eles avançavam aos poucos, com cuidado, com a prudência que haviam adquirido no início. Não era mais hora de sonharem sozinhos, aprenderiam a sonhar juntos, a sonhar com o caminho de flores roxas que viria ainda mais à frente...

Meu amanhecer

 
Como o ano tem suas estações, como o dia tem seus períodos, a vida tem seus tempos, conforme Eclesiastes 3. E eu fiquei me perguntando: é tempo de quê?
Descobri que em mim é o amanhecer. O sol nasceu a pouco bem ao leste, ainda há áreas um pouco escuras a serem descobertas. É tempo de despertar, de ver o que acontece ao redor, de perceber a beleza e as mazelas do mundo, de compreender porquês sem questionar muito como, de caminhar por fé.
É tempo de levantar da poltrona confortável, de andar em solos pedregosos, desertos escaldantes, de aceitar a aventura e o desconhecido, de se perder a fim de encontrar.
É tempo de amar, de descobrir o gosto por outras cores, de aprender sobre outro universo, de esperar.
Novo tempo, novas cores, o meu amanhecer.

19 de maio de 2011

Curiosidade

Sempre fui curiosa. Acredito que todos são, mas em alguns isso se torna mais exagerado, tipo eu. Livros, filmes, estrelas, culturas, países, flores, pessoas... Um link leva a outro e a tela se enche de informações, e a prateleira se enche de livros. Talvez por isso o jornalismo. Observar tudo, procurar detalhes, xeretar. Tudo ao alcance de um clique no Google.

Ultimamente, no entanto, fiquei curiosa com umas coisas que não encontrei na internet. Eram um certo par de olhos que cruzaram com os meus me lançando um ligeiro "oi". Será que às vezes choram? Será que sempre sorriem junto com os lábios? Será que buscam outros olhos? Será que apenas passaram por acaso?

Mas que curiosidade, guria! Pois é. E nada foi respondido, até porque não fiz nenhuma pergunta. E curiosidade sem coragem não vale de nada... Quem sabe as perguntas sejam respondidas com o tempo, sem pontos de interrogação, mas em frases curtas pontuadas com reticências.

Escrito em: 16/11/2010

4 de abril de 2011

Surpresa

Planos, planos, planos.... Como gostamos de planejar!
A roupa que vou no casamento, as próximas três faculdades que quero fazer, as músicas que irão tocar, as conversas com hora marcada, cursos disso ou daquilo, semestres a mais na faculdade, onde vai ser a próxima pizza, sobre o que vai ser o próximo texto, filmes, passeios, amigos, amores. Tudo planejado. Controlado. Mapeado. Daqui a três, quatro, cinco anos estarei fazendo e-xa-ta-men-te isso.
E então acontece. Uma simples chuva, um tempinho de distração, um olhar devolvido, um nota que pareça diferente, um sorriso meio escondido, e tudo parece ter sido alterado. "Surpresa", Deus nos diz. "Meus pensamentos são mais altos". Assim, aparece o amigo fora de hora, a dança espontânea, a nova canção, a viagem maravilhosa feita às pressas, o amor inusitado.
Obrigada, Deus, pelas Tuas surpresas, pelos Teus mistérios, pelas cores que Tu dás à vida.

Na tarde chuvosa

Foi só um raio de sol que bateu na minha janela. Ainda chovia. Mas a sua gentileza e suavidade me fizeram sentir por um momento o calor do início do verão. As gotas de chuva que apostavam corrida no vidro também sorriam ao vê-lo. Quem sabe já era hora de acabar com os dias cinzentos, hora da chuva descansar e das crianças brincarem de pega-pega no parque? Quem sabe já não era o tempo de acabar com os dias solitários, acompanhados apenas de livros de romance com suas histórias irreais?
E, então, o raio de sol voltou a esconder-se atrás das nuvens carregadas, deixando gotas, crianças, janela e coração esperançosos com sua volta.

8 de fevereiro de 2011

Inesperado


A aventura de viver cada dia. O desafio de acreditar no invisível. Cada página do livro é única e capaz de trazer mudanças, pessoas, surpresas, novidades para o enredo.
Não conhecemos tudo de uma vez, senão qual seria a graça? Vamos sabendo aos poucos, descobrindo e vivendo os detalhes da história, escrita com cuidado pelo Autor da Vida. E cada página virada é um novo dia, uma nova oportunidade de crescermos, de nos surpreendermos.
Isso é ter fé. Fé não apenas para que os sonhos do personagem se realizem, mas para que o Autor realize os Seus sonhos nas Suas criações. E aí está a aventura, nós nunca sabemos o que poderá vir na próxima página. Nós esperamos o inesperado.

24 de fevereiro de 2010

Contentamento descontente

Naquele dia não havia sol, o que ela detestava, e algumas companhias não eram as ideais. A verdade é que, para ela, tudo parecia uma ilusão profunda e perdida, mais um sonho da menina boba e sonhadora demais. Mesmo assim, não negava que alguma coisa havia acontecido naquela tarde.
Talvez o sorriso dele, ou seus olhos, ou algumas palavras... Sabe quando alguma coisa chama atenção e a gente nem sabe o que é? Era disso que ela tinha raiva. Mas não era uma raiva ruim, era uma raiva feliz. Será que isso existe? Ela sempre fora boa com as palavras e agora as perdia, esquecendo seus sentidos, fazendo-se de ridícula na frente de todos.
Talvez isso tudo fosse apenas um rascunho feito à mão de um futuro um romance de capa dura, pois nada parecia estar no seu devido lugar. Talvez, quando ela conseguisse entender o que se passava, essa história pudesse ter uma ordem cronológica dos acontecimentos.
Uns dias se passaram, eles não mais se viram, e lá estava aquela dorzinha. Uma dor diferente, que parecia fazer bem ao mesmo tempo que doia. Mais uns dias e algo parecia querer saltar de dentro dela quando o viu de novo! E pulsava, e gritava! Como ela controlaria tudo isso?
Que nome ela poderia dar a essa coisa estranha?
Enquanto não achava a palavra certa, tomou para si uma definição aproximada, criada por um poeta antigo, e que talvez mais se aproximasse dessa loucura: é apenas um "contentamento descontente".

22 de outubro de 2009

Fotografia
















"De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória."

Henri Cartier-Bresson

21 de agosto de 2009

Na estação

Mais uma vez ela ajeita o cabelo. O vento está bagunçando seus cachos perfeitamente presos com um laço de fita azul, do mesmo tom do vestido que escolheu justamente para esse dia. Será que vai demorar muito? Mais uma vez senta-se no banco comprido, onde está sua família e sua pequena mala. É uma pena mamãe não tê-la deixado levar muitas coisas... "Apenas o essencial", repetia a mãe enquanto ela escolhia o que levaria consigo. Mas era tão difícil... Tudo naquele quarto possuía uma lembrança impregnada, muitas que só ela conhecia. Aquela colcha rendada e cor-de-rosa feita pela avó que havia ganhado no aniversário de 7 anos. Aquele livro pequeno cheio de gravuras de coelhos, seu primeiro livro, trazido pelo pai em uma de suas viagens. Aqueles sapatos velhos que usara para passear na primeira vez que fora na cidade grande. Agora havia ganhado sapatos novos, e, obediente, deixou-os em seu quarto de menina junto com suas bonecas, com as cartas de suas amigas, com os porta-retratos com fotos da família, com os livros que enchiam as tardes chuvosas de aventura. Claro que não pode resistir e colocou um livro na mala... Afinal de contas, o que iria fazer durante toda a viagem sem seu livro favorito, sem as palavras que a fizeram sonhar?
Olha para seus pais, apreensivos, sentados ao seu lado no banco. Estariam preocupados com a demora do trem ou com o fato de sua única filha mulher partir nessa tarde? Os conhecia bem. Se perguntasse diriam o primeiro motivo, querendo esconder o segundo. Nos últimos meses sentia que seu tempo ali naquela cidade interiorana estava acabando. Era preciso partir, era preciso mudar, era preciso trazer à tona seus sonhos. Sonhos inventados pelas páginas dos livros, sonhos gravados em páginas de diários escondidos no armário.
Lembra-se bem da manhã em que decidiu falar com o pai sobre a viagem. Lembra-se bem das suas palavras naquele dia. "Se este é o seu sonho, vá em frente", ele disse depois de um discurso envergonhado da filha. "Sim...", disse ela acanhada, gritando por dentro. Providências tomadas e, dois meses depois, aqui está ela na estação. Será que fez a escolha certa? Depois que pegar o trem não haverá mais retorno. Claro que poderá visitar os pais, mas sua vida já estará marcada. O sonho já será real.
Por um momento, vê-se criança, caem lágrimas dos olhos. Sente medo e vontade de correr para o pai dizendo que enganou-se, que desiste. Mas o choro aumenta se pensa em ficar. Sua mãe a abraça e diz que tudo ficará bem. Ela sabe que sim, mas chora... Um choro de transformação, um choro de alívio por algo que passou, um choro de esperança pelo que virá. O último choro de criança.
Nesse momento, entre lágrimas, abraços e poucas palavras ouve-se o ruído distante do trem. "Ele está chegando", ela diz, com um sorriso a iluminar seu rosto.

15 de maio de 2009

Tear Down the Walls

Tear down the walls.
See the world.
Is there something we have missed?
Turn from ourselves.
Look beyond.
There is so much more than this.
And I don’t need to see it to believe it.
I don’t need to see it to believe.
Cause I can’t shake this fire deep inside my heart.
Look to the skies.
Hope arise.
See His majesty revealed.
More than this life.
There is love.
There is hope and this is real.
And I don’t need to see it to believe it.
I don’t need to see it to believe.
Cause I can’t shake this fire burning deep inside my heart.
This life is Yours.
Hope is rising as Your glory floods our hearts.
Let Love tear down these walls.
That all creation would come back to You.
It’s all for you.
Your Name is glorious, glorious.
Your Love is changing us, calling us.
To worship in spirit and in truth.
As all creation returns to You.
Oh or all Your sons and daughters.
Who are walking in the darkness.
You are calling us to lead them back to You.
We will see Your spirit rising.
As the lost come out of hiding.
Every heart will see this hope we have in You.
For Your Name is glorious, glorious.
Your Love is changing us, calling us.
To worship in spirit and in truth.
As all creation returns to You.

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Desculpem por mais uma música, mas não deu pra ficar indiferente.
Novo CD do Hillsong United
A_Cross // the_EARTH: Tear Down the Walls

1 de abril de 2009

Nova Paisagem


Montanhas e vales já eram avistados ao longe, mas, por enquanto, Débora estava descobrindo a nova paisagem, observando cada flor, conhecendo cada companheiro de caminhada, experimentando sabores, lugares... Tudo era tão novo e tão real! Era a fase inicial, o deslumbramento.
"Cuidado, Débora. Nem todos os caminhos são seguros, você sabe."
"Sim, terei cuidado."
Lembrou-se, então, daquele dia com as pombas. Simples como a pomba e astuta como a serpente. Coragem. Força sobrenatural.
Promessas feitas, decisões tomadas, na nova paisagem Débora seguia...

9 de março de 2009

Voando

Antes de começar, você está ansioso... Passa cada minuto do seu tempo imaginando como será, como você vai reagir, como isso vai te afetar, mudar, acrescentar... Se você é otimista, imagina tudo como um mar de rosas. Que maravilha será voar alto, ver o que nunca viu, sentir o ar no seu rosto, conhecer lugares, pássaros, nuvens, experimentar. Se você é pessimista (como eu), pensa que, assim que der um passo, vai escorregar; quando todos estiverem voando ao seu redor, você vai cair; quando tentar, não vai gostar; não quer experimentar o novo. Não quer sair do ninho confortável, mas teria como evitar esse dia?

Um dia antes você sonha. Pode ser, então, dois tipos de sonho. No primeiro, tudo vai bem. Você voa alto e gosta, se diverte. No segundo, você tem medo de abrir as asas, olha para o chão, não fala, cai e sai correndo.

Então, chega o dia. Ao acordar (será que você dormiu?), você se dá conta quão diferente está a atmosfera, os sons, as nuvens... Você se dá conta de todas as cores! E vai...

Decide lançar-se no desconhecido. Quando não sente mais o chão nos seus pés, percebe que suas asas são fortes e que, sim, elas o farão voar! Quantas noites mal dormidas poderiam ter sido evitadas se tivesse acreditado nelas antes! Mas isso já passou... Agora está voando e cada nuvem é uma surpresa, cada novo pássaro é um companheiro de jornada. Você voa sobre as cachoeiras, sobre as matas, sobre os oceanos... Tudo agora contempla com visão ampliada, carregada de sonhos e vontade de o voo não acabe tão cedo...

Primeiro dia de faculdade.


Jornalismo 2009/1

21 de janeiro de 2009

A montanha

Dali ela viu os campos verdejantes... E como eram lindos! Poderia, finalmente descansar! Banhar-se naquele rio cristalino. Lavar o corpo e a alma, ambos cansados da difícil caminhada dos últimos meses. Débora ainda podia se lembrar de algumas pedras difíceis que teve de subir para conseguir escalar a montanha como deveria. Claro que, graças àquela troca de roupas, estava vestida apropriadamente. Seu vestido infantil de outrora se rasgaria todo naquela situação.

Deitada em meio aos lírios, recordava o momento em que avistava a montanha. Ao mesmo tempo que desejava evitá-la, queria subir, queria se aventurar de verdade, queria o que sabia que havia do outro lado. Então foi. No início não era tão difícil como ouvira falar, talvez seja porque já estivesse bem preparada, ou porque esperasse obstáculos piores. No entanto, no decorrer da subida, as rochas tornaram-se mais difíceis de escalar, suas forças já não eram as mesmas, estava cansada da mesma vista todos os dias... Tudo parecia não cooperar para que Débora alcançasse o pico. Havia armadilhas por todos os lados! Algumas vezes, enfraquecida, Débora quase caiu em muitas delas, mas foi salva pelo mestre e amigo que a acompanha sempre.
No caminho, fez amizade com outros que como ela subiam a montanha e com os próprios animais habitantes da montanha. Com os primeiros compartilhou alegrias e tristezas, recebeu e deu auxílio e manteve acesa a esperança. Com os segundos, aprendeu o caminho a seguir, a escapar das armadilhas e a acertar os atalhos. Porém, mesmo que eles lhe ajudassem ela sempre contava com um auxílio extra de seu velho amigo de todas as horas, que a escutava, a ensinava e a enchia de paz e certeza, dando-lhe forças a cada dia.
Quando chegou ao pico, contemplou a vista: os verdes campos que tanto sonhara! Mas ainda lhe faltavam os últimos testes: a decida, que podia ser tão traiçoeira quanto a subida. Um passo em falso poderia fazê-la rolar montanha abaixo e não chegar inteira ao pé da montanha, não podendo aproveitar tudo o que buscava. Débora caminhou, então, medindo cada passo dado, com cautela e prudência. Algumas vezes, tropeçou, mas não caiu.
Agora estava lá nos verdes campos em que corria um rio tranquilo, um lugar de paz e calmaria, onde podia fortalecer-se. Sim, fortalecer-se, pois a jornada não termina aqui. Logo adiante Débora já avistou vales profundos, montes íngremes e rios bravos, nos quais deverá se aventurar. Mas ela não teme. Foi vitoriosa em uma das mais altas montanhas da região e confia em seu amigo. É por ele que está aqui, é por ele que chegará ao final do caminho.

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** Só pra avisar! Estou viva e não pretendo abandonar o blog... Era apenas um tempo longe. Os fins justificaram os meios aqui: deixei o blog um pouco de lado para me dedicar mais para o vestibular. Resultado disso tudo? 13º lugar em Jornalismo na UFRGS!

Provérbios 21:31!
Salmo 20!
Daniel 1!

10 de junho de 2008

Cirque du Soleil

Nesse meu período sem tempo, apenas deixo aqui umas imagens do espetáculo mais lindo que já vi!
"Alegria" é a tradução de toda a beleza do circo, que encanta e emociona qualquer um que assiste.

Quando der, volto!
Beijos mil...
























1 de março de 2008

Sem nada pra fazer às 2 da manhã

Desculpem, mas, por enquanto, ainda não pus os textos em prática...
Só fico entrando em sites sobre vestibular... estou ficando viciada! Hahahaha!!

Resultados dos milhares de testes online que fiz:

Introvertido, Intuitivo,Emotivo, Perspicaz
O que se entregaVocê quer expressar seus pontos de vista e valores por meio do trabalho e ter controle sobre o processo e o produto final. Não gosta de apresentar seus resultados antes que estejam completos.Pontos fortes:- Prefere trabalhar em causas nas quais acredita.- Não abandona suas obrigações.- Comunica-se bem.Pontos fracos:- Tem dificuldade para planejar.- Perde facilmente o interesse se não acredita na causa.- É cabeça-dura.Profissões
Arquitetura e Urbanismo
Artes Cênicas
Biblioteconomia
Ciências Sociais
Design Gráfico
Fisioterapia
Fonoaudiologia
Jornalismo
Letras
Música
Naturologia Aplicada
Nutrição
Pedagogia
Psicologia
Serviço Social
Terapia Ocupacional
Tradução e Interpretação

--*--*--

GRUPO 4 - 11 pontos
Exibe maior interesse por profissões ligadas ao uso e domínio da língua (oral e escrita), como publicidade, relações públicas, jornalismo, letras etc.

GRUPO 5 - 8 pontos
Tem interesse por atividades artísticas, como cinema, teatro, música, arquitetura e artes plásticas

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Comunicação
O principal interesse dos profissionais dessa área é transmitir informações e idéias da forma mais adequada possível para o seu público.
Cinema e Vídeo, Desenho Industrial, Design Gráfico, Jornalismo, Multimídia, Produção Editorial, Produção Cultural, Publicidade, Rádio e TV, Relações Públicas.

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Fique atento à área de comunicações. Leve em conta profissões como:
Jornalismo
Publicidade
Propaganda e Marketing
Rádio e TV
Produção Cultural
Produção Editorial
Relações Públicas

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Veja aqui algumas sugestões de carreiras que são adequadas ao perfil traçado por você
Jornalismo
Publicidade, Propaganda e Marketing
Rádio e TV
Relações Públicas

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Jornalismo, jornalismo, jornalismo...

Tenho outra escolha?

3 de setembro de 2007

Criança de 4 anos aprendendo a escrever


matheusbrunasilvanaalvaroarthurkauaangeladelmardvd


"Ei, Mu, mas no dvd o D fica no meio!"

"Não, no dvd o V fica no meio."

"AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAiiiiiii! Então eu não vô esquevê mais!"

"Tá."

"AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh!"

(acha um calendário)

"Um, dois, tlêis, quato, cinco, seis, sete, oito, nove, deiz..."


>> Não tem jeito, meu irmão vai ser engenheiro!


"Olha como que é. Dêxa eu te mostla. É vdv! Que nome estlanho!"