
Foi só um raio de sol que bateu na minha janela. Ainda chovia. Mas a sua gentileza e suavidade me fizeram sentir por um momento o calor do início do verão. As gotas de chuva que apostavam corrida no vidro também sorriam ao vê-lo. Quem sabe já era hora de acabar com os dias cinzentos, hora da chuva descansar e das crianças brincarem de pega-pega no parque? Quem sabe já não era o tempo de acabar com os dias solitários, acompanhados apenas de livros de romance com suas histórias irreais?
E, então, o raio de sol voltou a esconder-se atrás das nuvens carregadas, deixando gotas, crianças, janela e coração esperançosos com sua volta.
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