25 de fevereiro de 2008
Paradeiro da autora
Aqui onde estou a hora na internet custa R$2,00. Então, quando não gasto o dinheiro com sorvete, resolvo aparecer na lan house, mas tenho tanta saudade dos meus amigos que apenas falo com eles e não tenho tempo de escrever nada pro blog.
Prometo que a partir de março, conforme os estudos permitirem, atualizarei...
Até lá!
24 de janeiro de 2008
Mudança
Já estava caminhando há um bom tempo, nem sabia o quanto, e começou a sentir-se cansada. Olhou para trás e viu o quanto já havia caminhado.
- Não é pra menos que eu esteja cansada! Caminhei tanto!
Lembrou-se então de tudo que vira e fizera pelo caminho. Havia partes da estrada um pouco difíceis de caminhar, com árvores caídas, buracos, mas nada que ela não conseguisse ultrapassar. Lembrou dos muitos amigos que fizera pelo caminho, animais e pessoas que encontrou. Guardava todos com muito carinho. Lembrou dos momentos felizes e dos momentos mais tristes da caminhada. Como quando fora picada por insetos! Ficou cheia de bolinhas vermelhas! E também quando levou um tombo e ficou com o joelho roxo, mas agora já estava tudo bem.
Sentou-se à beira da estrada para descançar. E ficou ali alguns instantes, lembrando ainda de tudo que havia acontecido.
- Parece tanta coisa pra tão pouco tempo! Mas, agora, devo continuar. Não posso desistir. Quero saber o que há no fim dessa estrada! Dizem que é o melhor lugar do mundo todo! Onde não há dor nem tristeza. Dizem também que há outra estrada mais bela e fácil de seguir do que esta, mas, por curiosidade, preferi seguir por esta daqui... Espero ter feito a escolha certa.
Neste momento, levantou-se e preparou-se para continuar a jornada. Porém, foi interrompida por uma pombinha muito branca:
- Oh, menina, espere! Você não deve seguir ainda! Espere!
- O quê? Quem é você? Por que não posso seguir?
- Hihihi! Acalme-se com essas perguntas! Bem, fui enviada aqui por meu dono e o recado é que você não pode seguir desse jeito.
- Que jeito? Não entendo...
- Ora! Com estes trajes! A estrada, a partir daqui, é muito mais difícil de seguir. Possui mais insetos, mais buracos, e ainda muito mais!
- Muito mais? Como o quê?
- Montanhas, vales, dragões... Mas não se preocupe é por isso que Ele me enviou.
- Oh! Como seguirei? Há muitas dificuldades! Bem que me avisaram. A outra estrada é bem mais fácil...
- Nem pense nisto! Apesar de mais fácil, ela é enganadora. Leva seus viajantes à morte. Nem pense nisto! Aqui você enfrentará perigos, mas estará segura. Agora, lhe darei suas roupas novas. Essas suas não servem mais. E desfaça essas trancinhas, também não servem.
- Mas é o meu vestido mais bonito! Gosto tanto dele! E o que farei ao invés de tranças? Sempre uso meu cabelo assim!
- Oh! Obrigada, amigas pombas, por trazerem as roupas da moça - disse a pomba, e virou-se para Débora. - Venha! Vista esta calça. Agora esta blusa. Foi feita pelas pombas mesmo. Agora estas botas de cobra. No cabelo, faça um rabo. Perfeito. Simples como a pomba, astuta como a serpente!
- Mas estas não são roupas de uma menina. Me sinto estranha.
- Em primeiro lugar, estas roupas serão mais confortáveis para você enfrentar as dificuldades. Em segundo lugar, por que você esperava receber roupas de menina?
- Porque sou menina!
- Oh... a maioria age assim, mesmo. Amigas! Tragam o espelho. Oh! Sim, obrigada! Vocês estão rápidas, hein? Pois bem, aí está você.
- Oh... Mas... Mas... Eu... Cresci?
- Sim. Distraiu-se tanto com as coisas ao seu redor, que nem percebeu. Mas eis aí a realidade, foi por isso que o Mestre me mandou. Não se preocupe, você escolheu a estrada certa. Haverá dificuldades, é claro. Deves ser como eu já disse: simples como a pomba e prudente como a serpente. E Ele sempre estará te protegendo. Se precisar é só chamá-Lo, Ele sempre te escuta. Não tenha medo. E não digas sou uma criança... Agora és mulher. A estrada ainda é muito longa, mas o que te espera no final recompensará cada luta, cada obstáculo, cada dificuldade. Agora vá, Débora! Até breve!
- Nos veremos em breve?
- Oh, sim! Terás que trocar de roupa mais uma fez, mas lá no fim da jornada.
- O que vestirei, então?
- O mais belo vestido de noiva.
Cheia de coragem, fé e esperança, Débora, então, continuou a caminhar.
Ká
Agradecer pelas infinitas horas de conversas na madrugada, pelos muitos e maravilhosos conselhos, pelos incansáveis gestos e palavras de apoio.
Agradecer por saber como lidar com essa criatura difícil e sentimental, por me fazer rir quando estou triste, por não me deixar desistir.
Agradecer por estar do meu lado sempre - até nas horas mais banais -, pelas ligações diárias e preocupação constante se eu estou bem, se está tudo bem e se está tudo "tri".
Agradecer pela tua amizade, carinho e amor. Sem eles, não sei o que seria de mim. Não sei se conseguiria prosseguir, pois é por eles que tu me incentiva e me sustenta quendo não estou muito bem.
Agradecer por acreditares em mim, independente das circunstâncias e independente do que o que eu mesma acho.
Obrigada minha amiga, irmã, teacher, pastora, missionária, dançarina, prenda, discipuladora, líder e exemplo!
Teu dom de fazer das idéias poesia é a mais bela ferramenta. Trazer ao papel o que Ele põe em nossos corações é ser na Terra a Sua letra, a sua boca, a Sua mão. Que, assim como fazia Davi, possamos ser inspiradas pelo Grande Eu Sou para escrevermos os poemas mais belos que só Ele pode nos dar.
A propósito: Davi era o cara, né?
A palavra me que deste há alguns dias, agora volta para ti. Sejas como Davi, segundo o coração de Deus. Uma líder que dança, escreve, toca e vai pra batalha!
Que Deus seja sempre contigo!
Te amo!
22 de janeiro de 2008
O poema do texto anterior
Quer saber qual era o tal "poema fortalecedor"?
Pois bem... Naquele dia a menina anotou o tal poema no seu caderno...
Metamorfose
Se colocarem pedras no meu leito
me farei torrente, imensa cachoeira
saltando, sobre tudo, impetuosa.
Se conseguirem fechar todas as saídas
penetrarei no solo, lentamente,
indo jorrar nas fontes cristalinas.
Se não deixarem que eu brote da terra
serei vapor vestindo nuvens,
com o mais negro véu da tempestade.
Provocarei relâmpagos, desabarei
rompendo diques e inundando tudo,
encontrando-me, finalmente com o oceano.
Tania Melo
Poema de ônibus - baseado em fatos muito reais!

Inspiração repentina e "O Tempo"
- É barbada! - alguns diziam em meio a gritaria dos alunos da turma 412. Outros, porém, se esforçavam um pouco mais, estudando sobre a vida de Aleijadinho. Sim, a prova era de Artes. Pouquíssimos alunos gostavam da coitada da Nilda... Coitada mesmo! Até casca de fruta já tinham jogado nela. Esta seria a última prova do ano (e das nossas vidas) com ela.
Primeira questão: Faça um texto sobre a importância de se preservar obras de arte, edifícios históricos e monumentos, considerando o valor...
- Tá, fácil essa - pensei. Depois de uma boa enrolada básica, dizendo que as obras de arte eram muito importantes para a cultura e a história brasileira, etc, etc, fui para a próxima questão.
E aí estava a surpresa! Havia a imagem de uma pintura de Salvador Dalí - sobre quem nunca havíamos estudado... O enunciado era simples e claro: Observe a imagem e crie uma poesia para a obra de Salvador Dalí, de quatro versos, três estrofes e com rima.
- Bah! O que que isso tem a ver com Artes?! - pensei, e pus-me a observar a tal imagem.
E de onde vem a inspiração numa hora dessas? No meio da prova. Baseando-se nesse quadro esquisito! E agora? Faltando 5 minutos para ofinal da prova... PLIM! O texto jorrou para o papel... E saiu isto:
O tempo
O tempo passa, o tempo morre
Não se sabe para onde ele vai
Ele escorre, ele corre
.
Em um segundo estão na nossa mão
Então flui
Como um rio sem direção
.
Corre, corre; ele nunca vai parar
Não importa onde estejamos
Sua trajetória nunca irá cessar
.
Certas coisas não passam
Como a pedra e a história
Simplesmente ficam guardadas na memória
21 de janeiro de 2008
Orgulho e Preconceito

20 de janeiro de 2008
Máscara

- Não me escondo mais... Assumo quem sou! Assumo a autoria dos meus crimes. Assumo minha pobreza, minha falta de nobreza. Assumo minha culpa! Não adiantas mais me esconder, já sei disso!
- Agora é o momento... A parte do espetáculo em que todos virão a verdadeira face da mocinha - ou vilã? A máscara já está caída no chão... Todos podem ver minhas cicatrizes, minhas manchas, meus sinais, aquilo que eu mesma fiz sem perceber. E, ao invés de deixar-me tratar, coloquei esta máscara que, agora, está caída sobre o palco.
- Vamos platéia! Riam o quanto quiserem! Riam da minha feiúra! Riam! É a vez de vocês participarem! Aproveitem vosso divertido momento de zombaria e gargalhada... Daqui a instantes me retirarei ao lugar secreto. Lá vocês não entram! Haha!! Lá vocês nunca poderão entrar! Lá somos só eu e Ele! O Grande Médico! O Poderoso! Ele é o único capaz de curar-me dessas marcas horrendas!
- Se dói, caro senhor? Oh... Dói mais que a pior queimadura! Dói mais que o corte mais profundo! Dóis mais que... que... Oh! Como dói! Mas sei que cura! Sei que não voltarei a mesma.
Então ela se retirou... A platéia emudeceu. A cortinas se fecharam. Todos continuaram sentados, esperando o desfecho. Alguns minutos - ou seriam horas? Ou dias? - e as cortinas abriram-se. Lá estava ela. Não havia dúvidas que era ela mesma. Alta, cabelos vermelhos como fogo, mas algo estava diferente. Trajava um vestido branco lindo, cravejado de predras brilhantes. Mas a principal coisa que lhes chamou a atenção foi o seu rosto: nenhuma marca, mancha ou cicatriz. Ao invés disso, resplandecia. A platéia, muda, apenas observava. Ela, então, começou a dançar. Dançava como se voasse, como se não estivesse sendo observada por muitos olhos curiosos. Dançava ao som de uma música que só ela conseguia ouvir. Então parou. Olhou para trás e O viu. O seu Médico! Como ela estava feliz por vê-Lo! Saiu ao seu encontro e dançou com Ele. Foram saindo devagar do palco - algumas pessoas da platéia ainda se questionam se não estariam voando mesmo.
Então, a maior de todas as descobertas! Havia, bem ao fundo do palco, um grande espelho. Ninguém o havia percebido ainda... Deveria ser porque estavam com a atenção na belíssima dança da moça... Será? Bem, o que importa é que cada um da platéia conseguia ver o seu próprio rosto. E esta era a grande surpresa: cada um percebeu que usava uma bela máscara.
18 de outubro de 2007
dasabafar...
é muita pressão... muita!
às vezes nem sabemos bem de onde... mas aí está!
esse mal estar
sensação de cobrança
de estar sendo vigiado por um capitão do BOPE*
então, acontece!!
BUUUUM!!!!
algo inesperado, mesmo que pequeno
bem pequeno
ou nem tanto
te tira do sério
e daí?!?!?! o que fazer????
conselho: ache o que te acalma
meu caso: ouvir música, dançar e escrever
mas escrever muito...
pra não piorar a tendinite, desconte no blog
se não tem faça
mesmo que você só poste nesses momentos únicos...
mas desabafe
não desconte nos outros, como seu irmão menor por exemplo
isso pode gerar uma guerrilha na sua casa
daí os pais também começam a brigar com você e tudo vira confusão!
desconte no blog!!
quem vai ler (se alguém vai ler)
provavelmente não te conhece, e nem pretende
só está por aqui fuçando...
e vai achar até engraçado...
então me deixe descontar agora, tá??
com licença!!
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
icsuahfv onehjrybmoeihjtb,py,fcv~çdzs
ghvyrjnilnbscergsht
çoeirjgvmhtnopsirhmjtrtkjhvlsçrgjtbm soçrzho aaaÇELTIVMÇPIJHBM~ÇROKHB , PYUJ6YU 6I89056U
fdoigjvrtjyu560897urm n6nao nao nao nao nao nao nao nao nao
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
drtbjttifjibd dknml vnkbgnegthoejoihtrjipyiop6y969805y4iojwt4nkn b nmbgnkl ghtr ihjoteihojyihomyiohjjiogjigb
nry j5ibhprobuçdj79b8iuwu457ve6j554b691k.+-*/3n+
9-*5ntkn2+u98 28y+ 0ug1h0nm 000b0000000000
=PPPPPPPPPPPPPPPPPPP
bem melhor agoraa!!!!!!!!!!!!!!!!!
outro conselho: despois de surtar tanto assim... descontando tudo no blog... vai orar, meu!
não tem NADA melhor!
é melhor q descontar no blog!!!!
=DDDDDDDDDDDDDDDD
........
*BOPE: falei do BOPE pq vi ontem o "Tropa de Elite" e adoreeeeeeeeeeeeeeeeei!!! Recomendo mto!! Voltarei a falar disso mais tarde!
África... Até quando serás assim?
Não chores pelo passado.
Não chores pelo presente.
Mas creia que há um futuro.
Não chores mais.
Onde estão, África,
Aqueles que outrora te humilhavam,
Matavam teus reis,
Exploravam teus filhos,
Separavam teu povo,
Buscavam teu mal?
Onde estão eles agora?
Nada fizeste para que te julguem inferior
Nada fizeste...
Mesmo assim, teus filhos ainda passam fome,
Teu povo ainda é doente
Vive de migalhas, de restos,
Da sobra dos poderosos.
Malditos são os que celebram a tua dor,
Os que não se importam com as tuas feridas,
Os que não escutam o choro dos teus filhos,
Os que, tendo abundância e fartura,
Não se movem de compaixão.
África, não chores mais.
Não chores pelo passado.
Não chores pelo presente.
Mas creia que há um futuro.
Não chores mais.
Mas e tu, África?
Até quando serás assim?
Até quando buscarás nas guerras
As respostas para teus males?
Até quando tua terra será rubra de sangue,
Manchada por conflitos entre irmãos?
Não deixes que isso aconteça, África!
Não faças a vontade destes ditadores
Governantes corruptos, egoístas,
Que não pensam no bem dos teus filhos.
Não os deixe fazer o que querem!
África, não chores mais.
Não chores pelo passado.
Não chores pelo presente.
Mas creia que há um futuro.
Não chores mais.
Busca em ti, África, e em Deus,
A força para levantar, para lutar.
Lembra-te dos teus pequeninos.
Cuide deles, cuide do teu futuro.
Esqueça o que para trás fica,
E prossiga para o alvo.
Prossiga para a paz, a alegria, o amor.
África, creia há um futuro.
......
Só o texto que eu fiz pra um trabalho da escola...
Até mais!!