15 de maio de 2009

Tear Down the Walls

Tear down the walls.
See the world.
Is there something we have missed?
Turn from ourselves.
Look beyond.
There is so much more than this.
And I don’t need to see it to believe it.
I don’t need to see it to believe.
Cause I can’t shake this fire deep inside my heart.
Look to the skies.
Hope arise.
See His majesty revealed.
More than this life.
There is love.
There is hope and this is real.
And I don’t need to see it to believe it.
I don’t need to see it to believe.
Cause I can’t shake this fire burning deep inside my heart.
This life is Yours.
Hope is rising as Your glory floods our hearts.
Let Love tear down these walls.
That all creation would come back to You.
It’s all for you.
Your Name is glorious, glorious.
Your Love is changing us, calling us.
To worship in spirit and in truth.
As all creation returns to You.
Oh or all Your sons and daughters.
Who are walking in the darkness.
You are calling us to lead them back to You.
We will see Your spirit rising.
As the lost come out of hiding.
Every heart will see this hope we have in You.
For Your Name is glorious, glorious.
Your Love is changing us, calling us.
To worship in spirit and in truth.
As all creation returns to You.

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Desculpem por mais uma música, mas não deu pra ficar indiferente.
Novo CD do Hillsong United
A_Cross // the_EARTH: Tear Down the Walls

6 de maio de 2009

O Tapeceiro

Tapeceiro, grande artista,
Vai fazendo seu trabalho
Incansável, paciente no seu tear
Tapeceiro, não se engana
Sabe o fim desde o começo,
Traça voltas, mil desvios sem perder o fio

Minha vida é obra de tapeçaria,
É tecida de cores alegres e vivas,
Que fazem contraste no meio das cores
Nubladas e tristes
Se você olha do avesso,
Nem imagina o desfecho
No fim das contas, tudo se explica,
Tudo se encaixa, tudo coopera pro meu bem

Quando se vê pelo lado certo,
Muda-se logo a expressão do rosto,
Obra de arte pra Honra e Glória do Tapeceiro
Quando se vê pelo lado certo,
Todas as cores da minha vida
Dignificam a Jesus Cristo, o Tapeceiro

Música de João Alexandre

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Como não poderia deixar de ser... estou fascinada com as músicas do João Alexandre.

5 de maio de 2009

Novo sonho


- Como posso sentir-me só contigo ao meu lado? - era o que Débora perguntava ao seu Amigo quase todos os dias.
- Sei que tu me guias, tu me amas, tu me ajudas em tudo. Estás sempre comigo. Mas, ultimamente, tenho sentido que falta algo.
Ele sempre mantinha-se em silêncio, mas naquela noite resolveu falar.
- Tenha paciência - disse o Amigo - Há um outro pedaço de vida que ainda não conheces. Há muito mais surpresas no teu caminho.
- Como faço para encontrar essa outra parte, então?
- Não sonhe mais só com você, veja além e descanse, nessa noite te darei um novo sonho.

Naquela noite, Débora sonhou um novo sonho: dois caminhos se encontravam de maneira inesperada e deixavam de ser dois para serem apenas um maior e mais belo.

29 de abril de 2009

Porque hoje é o dia dela!






Razão de muitos dos meus textos...
Talento.
Presente.
Expressão.
Instrumento.
Dança!
"Quando não há mais o que dizer, o corpo fala."

28 de abril de 2009

Duas músicas

Não sei tocar instrumento. Até arrisco cantar - um pouco. Ouço música o tempo todo e sempre estou com alguma na cabeça. Não conheço a música, mas acho que ela me conhece. Pode ser rock, jazz, reagge, clássica...
Enfim, melodia que toca... me toca, me dá passos, me faz dançar.

Durante a tarde, o pássaro canta, a chuva bate na janela, a criança grita na pracinha, o elevador chega no andar, a página é virada, alguém digita no computador, a moto passa...
Música do cotidiano que passa despercebida.
Grita, suspira, chora, clama, ri.
Melodia da vida.


*Clube da Escrita. Tema: Música

26 de abril de 2009

Semana

Sabe quando a semana é tão louca que é difícil de explicar, de expressar, de resumir? Eis alguns textos que escrevi para mim mesma para poder entendê-la.

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Por maiores que sejam os obstáculos
Por piores que estejam as circunstâncias
Por mais impossíveis que sejam os sonhos
Por mais distante que esteja a vitória
A vida ainda vale a pena, pois não me pertence mais.

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Estou morta. A dança esta morta. Meus textos estão mortos.

Descobri isso há uma semana e fui me convencendo desde então. Às vezes, insisto em voltar a viver e é aí que tudo dá errado. Se volto a viver, torno a matá-lo. Se morro, ele vive (e em mim!).
A cada dia busco mais minha morte (minha cruz), pra que não mais eu viva. Porque eu sou medíocre, incrédula, impaciente, vingativa, reclamona, pessimista, orgulhosa, arrogante, perfeccionista. Ele não, ele é perfeito.

Cristo vive em mim. Cristo vive na dança. Cristo vive nos textos.

(A dança está morta mesmo? Que bom. Significa que ele está vivendo.)

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Eu quero isso! Não, aquilo. Mas esse também é bom...
Quero tudo ao mesmo tempo, como um oceano que engloba todos os outros.
Mas sou uma. Não sou Deus, onipresente, potente e ciente.
Sou só eu. Corpo, alma, espírito. Que acha que sabe alguma coisa. Que acha que quer alguma coisa.
Nada mais quero além de saber o que queres.
- Abra mão, seja constante, continue sonhando, siga meus passos, ame.
Eis-me aqui.

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Desculpem-me pelos grandes devaneios aqui presentes... Apenas encontrei um lugar para por tudo isso para fora.

17 de abril de 2009

Eu escrevo


Sabe quando você sonha que está voando?
Do alto, você vê tudo mais claro, mais amplo. Você vê além, vê onde o mar e o céu se encontram – horizonte. Contempla as belezas e as tristezas da terra. Lá em cima, há mais liberdade para pensar, opinar, fantasiar, imaginar…
Escrever é como ganhar asas. Observar tudo ao redor e transformar em palavra, poesia, texto. Nuvens, estrelas, lágrima, sorriso, lápis, guarda-sol, pássaros. Tudo é uma nova razão de voo.
Quem disse que o homem não voa?
Eu escrevo.
“Quando na garganta a voz morre é a letra quem me traz à vida. Não cresci orquídea rara, sou irmã das margaridas.” Cecília Cassal
“Por que escrevo?” : 1º tema do Clube da Escrita da FABICO s2

3 de abril de 2009

Realidade

Às vezes, mergulho em outros mundos que experimento através das palavras. Lugares inabitados, cidades movimentadas, cidades pequenas, Paris. Lugares frios, chuvosos, quentes, agradáveis. Florestas densas, desertos, asfaltos, clareiras. Castelos, casas humildes, mansões modernas, quartos sem cama, salas de música, piano. Pessoas que me emocionam, que me dão raiva, que amam. Sol que se vai, lua que não aparece, encontros, desencontros, finais, inícios. Sonho estar voando, amando, vivendo em cada lugar desses.
Desperto. Estou andando, vivendo, sonhando acordada com minhas realidades existentes apenas nas páginas dos livros. Desanimo, choro... Que aventuras estou perdendo ao ficar acordada! Quero voltar a dormir, voltar a sonhar, voltar a ler!
Abro os olhos. Estou na minha realidade (ora rosa, ora azul). Realidade temida, realidade deixada de lado nos momentos de sonho, mas uma realidade. Feita de altos e baixos, sol e lua, dias e noites, lágrimas e sorrisos, águas doces e salgadas.
Pergunto-me: não seria minha vida um livro também? Sim, um livro que escrevemos juntos. Eu e o Autor. Eu com meus tropeços, Eles com suas promessas.

Amanhecer

Até aquele momento tudo era opaco. Rotina.
Algumas vezes escurecia ao redor. Incerteza.
Outras, eu mesma fechava os olhos. Medo.
Então, ouvi a tua voz. Amanhecer.
Vi os teus olhos. Certeza.
Acordei do sonho. Real.
"Eu te amo".
(Parece que falamos juntos...).
Corações ritmados, batendo como um só.
.
.
Um dia, irá amanhecer.

1 de abril de 2009

Nova Paisagem


Montanhas e vales já eram avistados ao longe, mas, por enquanto, Débora estava descobrindo a nova paisagem, observando cada flor, conhecendo cada companheiro de caminhada, experimentando sabores, lugares... Tudo era tão novo e tão real! Era a fase inicial, o deslumbramento.
"Cuidado, Débora. Nem todos os caminhos são seguros, você sabe."
"Sim, terei cuidado."
Lembrou-se, então, daquele dia com as pombas. Simples como a pomba e astuta como a serpente. Coragem. Força sobrenatural.
Promessas feitas, decisões tomadas, na nova paisagem Débora seguia...